Tricotando#75 – Radio On Air

Olá você ligadinho na nossa sintonia vem com a gente juntinho nessa tricotagem!

O rádio está oficialmente no Brasil desde 1922. São quase cem anos de uma história de sucesso com o público. O rádio teve e continua possuindo um importante papel na sociedade brasileira desde sua consolidação. Foi o primeiro grande veículo de comunicação de massas, sendo portanto responsável por influenciar decisivamente a vida privada, através da difusão de radionovelas, programas de entretenimento, informação e música que alcançavam, muito além dos grandes centros urbanos, populações de territórios brasileiros mais isolados.

Joana Bohner, Junio Feital e Rafael Souza fiaram um bom debate-papo sorbre esse aparelho inovador e suas particularidades, sobre as frequencias, os hertz e principalmente, a resiliencia do rádio! Sintoniza com a gente!

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Críticas, elogios e sugestões são muito bem-vindas


One Reply to “Tricotando#75 – Radio On Air”

  1. Ergo Podcast (Leandro) (@ergopod)

    Não consegui comentar anteriormente, mas não sei como eu seria de rádio AM hahaha. Mas me comparar com o Sérgio Bocca? Uau.

    Eu vou contra tudo o que vocês disseram aí. Eu acho que o rádio está agonizando. As várias rádios evangélicas, pra mim, são uma demonstração de que o rádio perdeu os vários nichos que ocupava – e com isto eu não quero, de maneira alguma, falar mal de evangélicos.

    A questão é que o rádio era o dono da bola até os anos 90. Eles diziam o que a gente iria ou não escutar e é justamente por isso que eu fujo das rádios. As músicas são sempre as mesmas! Aqui em sp, a Jô vai saber bem, as rádios têm um número limitado de músicas pra tocar. A rádio 89 toca as mesmas músicas que tocavam 1997. A Kiss toca um número menor de músicas desde que ela foi formada. A Antena 1 e a Alfa tocam praticamente as mesmas coisas que eu ouvia desde criança. Rádio não é mais sinônimo de música faz uns 20 anos. Os mp3, o youtube e os serviços de streaming estão aí pra isso. Ela poderia ser um guia pra bandas e ritmos novos e não o faz por conta do modo como operam – a porcaria do jabá.

    As funções das rádios foram sendo divididas e as raras coisas que eu vejo que fazem sentido estar em rádio hoje são a pregação religiosa, as rádios de notícia e os programas de interação com ouvintes (como o maravilhoso É Brasil que Não Acaba Mais da BandNews FM).

    Em resumo: o FM virou AM. O AM vai morrer pra dar espaço pro 5g. Em algum tempo, vamos ter uma nova geração pras telecomunicações no 6g e ela vai precisar de outro lugar no espectro. Quem aposta que quem vai morrer é a rádio FM?

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