Tricotando#15 – Tolerar ou não tolerar, eis a questão?

Os acontecimentos em Charlotsville na última semana, causaram um grande desconforto no mundo todo, e com esse desconforto vem uma questão: Devemos permitir manifestações públicas e explicitas de ódio?

Neste episódio do Tricotando, Érica Silva, Junio Feital e Rafael Souza conversaram sobre os discursos de ódio, o paradoxo da intolerância, liberdade de expressão e as formas de se combater o ódio somente pelo ódio.

Traga sua linha também, em momentos como esse não podemos ficar em silêncio!

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Links Citados

BBC Brasil: Protesto de extrema direita nos EUA
Jornal Nexo: Ódio Racial nos EUA

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Programas Citados

Tricotando#01 – Os Efeitos da Polarização
Tricotando#12 – Círculo

Playlist do Tricotando

Críticas, elogios e sugestões são muito bem-vindas!

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Um comentário sobre “Tricotando#15 – Tolerar ou não tolerar, eis a questão?

  1. Teria sido Churchill o autor da frase: “A democracia é o pior dos regimes políticos, mas não há nenhum sistema melhor que ela.” Portanto, foi esse paradoxal regime que nos deu o direito de ir às ruas e protestar, na tentativa de tornar o mundo um lugar melhor para todos. O problema começa quando pessoas se servem desse direito para espalhar o ódio através da segregação, só para ficar no tema desse podcast. Essas pessoas são de uma imbecilidade que me revolta a ponto de deprimir. Quando me deparo com alguém pedindo nas redes sociais, por exemplo, a volta do Regime Militar travestido agora pelo nome de “Intervenção Militar Constitucional”, aí o estômago embrulha de vez. A História está aí para lembrar e derrubar qualquer uma dessas falácias que não passam de claras manifestações de ódio explícito. Então, quando vejo a imagem na TV de um “ser humano” segurando um cartaz com as palavras “Sou nazista, sim!”, o que eu leio é “Sou um imbecil, sim!”.
    Não dá para tolerar Hitler e apagar Auschwitz, assim como não dá para tolerar o Coronel Ustra e esquecer os torturados, as centenas de mortos e os desaparecidos da Ditadura Militar no Brasil.
    Definitivamente, NÃO HÁ COMO TOLERAR!

    Flavio
    Santa Maria/RS

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